VALDIGEM DE VINHEDOS... QUAIS JARDINS ENCANTADOS QUE ESCONDEM SECULARES SEGREDOS, MÁGOAS E ÁRDUO TRABALHO, ONDE OS AVÓS DOS AVÓS CULTIVARAM E FIZERAM AMADURECER CADA RUGA QUE TEM SEU ROSTO…
10_05
Réplicas de Forais
Longe da Política ... Mas perto de Valdigem...
Eu voto neste programa eleitoral ! Eu voto VALDIGEM...
Hino de Valdigem
Situada entre montanhas
Cercada de penedias
Fica a nossa linda terra
Valdigem de maravilhas
O povoado não é pequeno
Mas de honrados lavradores
Que desde o Cabo á Praça
Todos merecem louvores
Ao cimo o São Domingos
Protector dos nossos lares
A quem todos recorremos
Com preces e muito salutares
E a Senhora da Ajuda
No Centro da nossa terra
Para quem vai todo o afecto
Que o nosso coração encerra
Sinto orgulho de ser filho
Deste formoso torrão
Tão bonito tão bonito
Que eu guardo no coração
Eu adoro a minha terra
Não como coisa mesquinha
Eu adoro a minha terra
Porque é minha muito minha
Sugestão de: João Manuel Duarte Fonseca
Diz...
Cantava-se nos momentos lúdicos da primária nos anos 50/60. Desconheço porém o autor da letra. Para relembrar aos que esqueceram e aos frequentadores do blog, uma forma de conhecer um pouco mais o passado recente da nossa terra.
Marcos Pombalinos
Imóveis de interesse público
Quinta de Sto António - Foto: 19/02/2007 (Não se encontra no seu local de origem)
Caminho do Barreiro - Foto: 19/02/2007 (Em boas condições de observação)
Quinta da Assoreira - Foto: 19/02/2007 (Em boas condições de observação)
Tanque Sto António
Não foi possível localizar este marco
Azenha... Fábrica de azeite...

Valdigem, possui uma das raras Azenhas da região, local de transformação da azeitona, no produto final… o tão afamado Azeite… O processo é algo complexo, exigindo maquinaria e pessoal especializado, além de obedecer a normas Europeias.
Velhinha escola...
Tinha o seu fim anunciado há algum tempo, vai no entanto permanecer na mente e no coração de todos os que por lá passaram, a "velhinha escola" faz parte da memória colectiva de infância duma grande fatia da população Valdigense, foi lá afinal que muitos e muitos aprenderam as suas "primeiras" letras, foi lá que as primeiras maroteiras se organizaram, foi lá que se sentiu a responsabilidade e a dificuldade do "saber", foi lá também que se aprendeu a dar importância a quem tinha o conhecimento, o/a professor/a, foi lá que outros encontraram o sonho de uma saída para outros mundos...
Foram muitos os nomes que leccionaram e estiveram ligados a esta escola em diferentes épocas: (aqui ficam algumas referências e aguardo que me sejam fornecidos outros nomes)
Prof. Almeida Santos, Prof. Raúl, Prof. Rebelo, Prof. Delminda, Prof. Mercês, Prof. Ilda, Prof. Teresa, Prof. Idalina, Prof. Adelaide, Prof. Prazeres, Prof. Etelvina, Prof. Cecília. etc.
A todos os funcionários, auxiliares e principalmente ao corpo docente, aqui fica a minha singela e humilde homenagem.
Um obrigado muito especial a todas as minhas professoras, as quais recordo com saudade.
1ª e 2ª classe: Prof. Ondina, 3ª e 4ª classe: Prof. Fátima, 1º e 2º ano da Tele-escola: Prof. Helena Felgar.
Para todas um beijinho carinhoso.
Mas o edíficio parece que se vai manter...
Segundo o que consta na acta da Camara Municipal de Lamego nº13 de 29 de Junho de 2010, o edifício foi cedido pelo periodo de 30 anos ao Centro Social e Paroquial de Valdigem, para nele ser instalado um centro de dia e apoio domiciliário, após pedido efectuado por esta associação.
Clique para ver acta: http://www.cm-lamego.pt/images/pdf/atas/camara/0910/1_2010
Pagina 7
Freguesias Concelho de Lamego
Lei n.º 22/2012 de 30 de maio
Aprova o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica
Bigorne, Magueija e Pretarouca
Organização administrativa anterior a 30 de maio 2012
| CONCELHO DE LAMEGO | |||
| Almacave | Ferreirim | Melcões | Samodães |
| Avões | Ferreiros de Avões | Meijinhos | Sande |
| Bigorne | Figueira | Parada do Bispo | Sé |
| Britiande | Lalim | Penajoia | Valdigem |
| Cambres | Lazarim | Penude | Várzea de Abrunhais |
| Cepões | Magueija | Pretarouca | V. N. de Souto d'El-Rei |
10_04
Posto Médico / Junta de Freguesia
Após demasiados anos a funcionarem em instalações degradantes e sem qualquer dignidade, para funcionários e utentes, (como neste blog, noutro post se pode constatar), é facto assinanável e de muito regozijo para os habitantes de Valdigem e demais utentes, disporem desde 2013, de um espaço que obedece aos mínimos critérios de exigência para os serviços. Para quem conseguiu tal feito... Parabéns... e já não era sem tempo.
Inauguração em 2013
Morada: Av da Escola, 5100-822 Valdigem
Tel: Centro de saúde . 254 331 753
Tel: Junta de freguesia - 254 331 771
09_05
Construção de E.T.A.R
Após um longo processo de negociações para expropriação dos terrenos, alegando Utilidade Pública, levado a cabo por: "Águas de Trás-os-Montes e Alto Douro" e outros procedimentos burocráticos e legais, arrancaram no terreno as obras para a construção da ETAR (estação de tratamento de águas residuais) de Valdigem.
Vamos poder nadar novamente no Varosa, com água límpida como no passado?...!!! Assim esperamos.
Clique para ampliar
| Fotos: Agosto de 2008 | ||
| Foto Maio 2009 | Foto Agosto 2009 | Foto Novembro 2009 |
| Foto Abril 2010 | Foto Agosto 2010 | Foto Dezembro 2010 |
Ilustres Valdigenses...
João Pina de Morais

Há 90 anos, várias dezenas de viticultores, entre eles vários Valdigenses, foram recebidos a tiro por um destacamento militar, quando se dirigiam à autarquia para reclamarem melhores condições de vida, alguns caíram mortos. Esta tragédia ficou perpetuada na obra “Sangue Plebeu”, da autoria do escritor Pina de Morais.
João Pina de Morais nasceu a 6 de Janeiro de 1889 na freguesia de Valdigem, concelho de Lamego, distrito de Viseu. Ainda jovem, estudou no Colégio de Lamego e, na prossecução dos estudos, frequentou a Academia Politécnica do Porto onde, em 1911, concluiu o Curso Preparatório para a Escola do Exército na arma da Infantaria.
No mesmo ano de 1911 frequentou a Escola de Guerra e, posteriormente, assentou praça em Vila Real, no Regimento de Infantaria 13. Alguns anos mais tarde, em 1917, foi incorporado no Corpo Expedicionário Português, tendo participado na I Guerra Mundial. No regresso desta, em 1919, foi transferido de Vila Real para o Regimento de Metralhas no Porto, onde lutou ativamente contra a investida monárquica de Paiva Couceiro.
Ainda em 1919, a sua amizade por Leonardo Coimbra incitou-o a inscrever-se como voluntário na recém criada Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde frequentou o curso de Ciências Filosóficas.
Em 1922 foi eleito deputado, depois de uma tentativa falhada no ano anterior. A sua vida política ficou marcada pela ação contestatária em prol dos mais desfavorecidos. Em 1924 aderiu ao Partido Republicano Português, do qual acabou por ser expulso devido a incompatibilidades políticas com o ideário do partido.
Em 1926, após o golpe militar do General Gomes da Costa, participou ativamente no processo contra-revolucionário, razão pela qual foi obrigado a exilar-se entre os anos de 1927 e 1932. O regresso a Portugal após este episódio, e devido à ditadura vigente, foi marcado por uma ausência literária que havia de durar cerca de 20 anos.
Enquanto escritor, a vida de Pina de Morais ficou também marcada pela sua produção literária. A partir de 1917 colaborou ativamente com o jornal A Democracia; as crónicas que escreveu para este jornal resultaram no seu primeiro livro, Ânfora Partida (1917). Mais tarde, em 1919, regressado da guerra, lançou o seu segundo livro, Ao Parapeito, onde descreveu as vicissitudes da guerra vividas na pele de homens comuns, com medos, fragilidades e receios próprios da natureza humana. Na senda de Ao Parapeito, lançou, ainda, O Soldado-Saudade na Grande Guerra, em 1921.
Um ano mais tarde, com a publicação de A Paixão do Maestro (1922), apresentou pela primeira vez a temática regionalista do seu Douro natal; este livro marcou ainda a transição ideológica do escritor que abandonou a estética saudosista e adotou o naturalismo. Os inícios da década de vinte marcaram, ainda, a colaboração literária de Pina de Morais com os grupos culturais da Seara Nova e da Renascença Portuguesa.
Após um interregno de vinte anos, em 1942, Pina de Morais publicou o seu livro mais consagrado, Sangue Plebeu. É um conjunto de novelas que se distingue pelo seu realismo e veracidade, misturados com uma profunda humanidade e riqueza pictóricas. Já em 1949, publicou o seu último livro, Vidas e Sombras, que narra as vicissitudes da natureza humana numa linguagem rica e ilustrativa.
No início de 1950 foi vítima de um acidente vascular cerebral que o deixou física e intelectualmente incapacitado. Os anos que se seguiram foram marcados pela degradação do seu estado de saúde. Morreu no dia 29 de Janeiro de 1953, vítima de mais um acidente cardiovascular.
(Texto de Tiago Santos Reigada, 2008)
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Em 1568, o bispo de Lamego D. Manuel de Noronha autorizou a demolição da velha ermida e, no local onde atualmente se situa o Pátio dos Reis, mandou erguer outra sob invocação de Nossa Senhora dos Remédios. Esta capela acabou por ser também demolida para se erguer o atual Santuário, cuja primeira pedra foi assente em 1750, por iniciativa do Cónego José Pinto Teixeira.
Quem entra na Casa de Nossa Senhora dos Remédios, encontra, logo à entrada, esta inscrição: «Aqui jaz o Rev.mo Cónego José Pinto Teixeira, Fundador deste Santuário. Faleceu a 25 de Abril de 1784» . Assim sendo, faz 232 anos que ocorreu a sua morte.
Oriundo de Valdigem, viveu em Lamego, mais propriamente na Rua da Olaria. Eleito Juiz da Irmandade em 1748 (em 1741 já desempenhara tais funções), foi sobretudo a ele que se deveu a construção do Santuário. Por muito grande que seja a nossa gratidão, será sempre muito pequena em comparação com a sua extrema (e extremosa) dedicação!
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Ticiana Xavier... Valdigense... Jornalista da TVI, com mais de 15 anos de experiência e reconhecidos méritos enquanto repórter na área crimi...
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Cristina Ribeiro , cantora lírica, sócia fundadora da Operawave, uma associação cultural que tem como objetivo: promover ...
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